21 fevereiro 2010

Cuitelinho

Cuitelinho
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Cheguei na bera do porto
onde as ondas se espaia.
As garça dá meia volta,
senta na bera da praia.
E o cuitelinho não gosta
que o botão de rosa caia.
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Quando eu vim de minha terra,
despedi da parentaia.
Eu entrei no Mato Grosso,
dei em terras paraguaia.
Lá tinha revolução,
enfrentei fortes bataia.
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A tua saudade corta
como o aço de navaia.
O coração fica aflito,
bate uma, a otra faia.
E os oio se enche d’água
que até a vista se atrapaia.
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Autor: Paulo Vanzolini
Cuitelinho é beija-flor, na linguagem caipira.
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20 fevereiro 2010

Pinguim Nuclear

O que você poderia esperar de uma cerveja chamada Tactical Nuclear Penguin ou Pinguim Tático Nuclear? Este é o nome da bebida da BrewDog, uma cervejaria de Fraserburgh, na Escócia, com incríveis 32% de graduação alcoólica, o que a faz a mais forte do planeta. A companhia já tinha chocado o Reino Unido em julho quando lançou Tokyo com 18% de álcool e foi largamente atacada por representantes da saúde pública inglesa. Com tiragem limitada a 500 garrafas, oferecidas por 30 libras cada (cerca de R$ 86), a cerveja do tipo stout (aquela escura e mais amarga), foi envelhecida por 16 meses em barris próprios para uísque e segundo o diretor da BrewDog, James Watt, "é uma bebida ousada, irreverente e descompromissada, com alma e um propósito, um manifesto de intenção. É uma cerveja para ser tomada em pequenas doses, como as aguardentes". Ainda nesse espírito, o rótulo da garrafa traz um alerta, pedindo ao consumidor que tome em doses reduzidas, mas com um aristocrático ar de desinteresse, do mesmo jeito que você apreciaria um bom uísque, um disco de Frank Zappa ou a visita de um fantasma cordial, mas ansioso (palavras da empresa). A BrewDog está lançando também uma versão da Penguin a 250 libras, com direito a participação acionária na companhia. Uma coisa é certa, os caras sabem ousar e fazer um tremendo marketing.
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18 fevereiro 2010

Aurora Boreal

-- Aurora boreal colore escuridão no céu norueguês.
Um espetáculo de beleza foi registrado nesta quinta-feira na cidade de Grotfjord, na Noruega, segundo informações da agência EFE. A bela aurora boreal coloriu o céu do país nórdico, dando tons de azul e verde em meio à escuridão da noite.
As auroras boreais são fenômenos ópticos que brilham em regiões próximas às zonas polares dos planetas. Na Terra, o fenômeno ocorre por causa do impacto de partículas oriundas da magnetosfera - bolha magnética que rodeia o planeta - que se introduzem na atmosfera superior terrestre. Esse fluxo é conduzido pelo campo magnético, criando o fenômeno no céu visível a olho nu.

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Jogos Olímpicos de Inverno


Os Jogos Olímpicos de Inverno são um evento multi-esportivo realizado a cada quatro anos, reunindo modalidades disputadas no gelo e na neve, sendo um dos eventos máximos do Movimento Olímpico, ao lado dos Jogos Olímpicos de Verão.

A primeira competição de caráter mundial a reunir desportos de inverno foi a Semana Internacional de Desportos de Inverno, realizada em 1924 na cidade francesa de Chamonix. Apenas dois anos depois o Comitê Olímpico Internacional decidiu dar o estatuto de Jogos Olímpicos àquela competição, que passaria a acontecer regularmente.

No princípio, os Jogos de Verão e de Inverno eram atribuídos a um mesmo país para serem realizados no mesmo ano. Foi assim até a quarta edição, na Alemanha, em 1936 (ano em que Berlim sediou os Jogos de Verão e Garmisch-Partenkirchen sediou os Jogos de Inverno). Depois de duas edições canceladas por causa da Segunda Guerra Mundial (Sapporo 1940 e Cortina d'Ampezzo 1944), os Jogos passaram a ser realizados por países diferentes, mas continuaram a acontecer no mesmo ano. Em 1986 o COI decidiu intercalar os Jogos de Verão e de Inverno, realizados sempre nos anos pares. Assim, os Jogos de Albertville 1992 foram sucedidos pelos Jogos de Lillehammer 1994.

Os Estados Unidos sediaram os Jogos quatro vezes, mais do que qualquer outro país. Em seguida vem a França, com três edições. No total, dez países já receberam os Jogos de Inverno. Em fevereiro deste ano, estão acontecendo na cidade canadense de Vancouver.

26 janeiro 2010

Para que serve um amigo?


Pra tanta coisa... não é? Para Instalar o XP no computador
e não cobrar nada, mesmo perdendo horas e horas a fio!

Para trazer muamba do Paraguai e quase ser preso!

Para emprestar o carro e recebê-lo de volta com multa

e 21 pontos na carteira.

Pra rachar a gasolina, emprestar a prancha,

recomendar um CD, dar carona para festa, passar cola,

caminhar no shopping, segurar a barra.

Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.

A amizade é indispensável para o bom funcionamento

da memória e para a integridade do próprio eu.

Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises e choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos.

Um amigo não empresta apenas a prancha.
Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta

o tempo, empresta o calor e a jaqueta.

Um amigo não recomenda apenas um CD.
Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.

Um amigo não dá carona apenas para festa.
Te leva para o mundo dele e topa conhecer o teu.

Um amigo não passa apenas cola...
Passa contigo um aperto, passa junto o reveillon.

Um amigo não caminha apenas no shopping.
Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo,

sai do fracasso ao teu lado.

Segura o tranco, o palavrão, a dor........

Duas dúzias de amigos assim, talvez, ninguém tem...

Se tiver um, amém!